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SOS Vida Animal

O SOS VIDA ANIMAL nasceu de um grupo de amigos que tinham o mesmo objetivo: a proteção animal.

Acreditamos na educação como forma de alcançar um mundo aonde os homens respeitem todas as formas de vida. Investimos na conscientização da posse responsável e incentivamos a castração para que haja um maior controle populacional.

Além disso, fazemos regates de cães e gatos. Assim, tentamos diminuir o sofrimento de animais que estão nas ruas recebendo maus-tratos. Não aceitamos pedidos de resgates, uma vez que não temos estrutura para abrigar tantos animais.

É importante compreender que nosso alvo é o bem-estar dos bichos. Não somos abrigo. Não ajudamos ninguém a se livrar de seu melhor amigo.

Os animais resgatados passam por uma triagem onde são alimentados e medicados para que, posteriormente, possam ser adotados por novas famílias. Não temos canis ou gaiolas, nossos focinhos são tratados em lares temporários. Isso faz com que eles se acostumem com a presença do homem.

Se você se identificou com nosso projeto, e deseja nos ajudar, pode se tornar um colaborador, apadrinhar um focinho do SOS VIDA ANIMAL ou doar remédios, material de limpeza, ração e qualquer outro material que possa nos ajudar na nossa missão.

SOS VIDA ANIMAL
. Adote essa ideia!

UIPA – União Internacional Protetora dos Animais

UIPA, União Internacional Protetora dos Animais, é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 1895, que instituiu o Movimento de Proteção Animal no país, lutando contra a crueldade e o abandono que vitimam os animais em nome da diversão humana, da impostura científica, dos arcaicos métodos de ensino e da ultrapassada política de saúde pública, que submete cães e gatos ao sistemático e injustificado extermínio.

Convém  frisar que o trabalho da UIPA não se restringe à coibição de prática de maus-tratos, uma vez que  sua principal luta é a de fazer com que sejam os animais reconhecidos como seres titulares do direito à vida e à liberdade, e não apenas ao bem-estar. Permitir que o animal viva, e  de acordo com as características de sua espécie, é o que mais  importa à entidade, que se opõe à visão utilitarista, em nome da qual o homem se arroga o direito de subjugar o animal. Não se trata, portanto, de reclamar por jaulas limpas, amplas e guarnecidas de alimento, como fazem as associações protetoras “bem-estaristas”, mas de atuar pelo fim do aprisionamento em jaulas, segundo a concepção das entidades abolicionistas.

Além do trabalho jurídico e político que realiza na área de proteção animal, a UIPA abriga cerca de mil e quinhentos animais abandonados, muitos dos quais foram resgatados pela própria entidade por terem sofrido maus-tratos.

A UIPA tem por objetivos institucionais:

I – zelar pela execução e pelo aperfeiçoamento da legislação pátria concernente aos animais;

II – reprimir danos ambientais consubstanciados em maus-tratos para com animais, ainda que por meio de práticas institucionalizadas, e denunciá-los às autoridades competentes, que serão devidamente instruídas sobre a matéria concernente ao fato;

III – pugnar contra a morte de animais, incluindo o extermínio de cães e de gatos praticado pelo Poder Público, atuando para que a eliminação desses animais se restrinja aos específicos casos de enfermidade incurável que provoque padecimento que não se possa por outro meio atenuar;

IV – exercer ação antivivisseccionista;

V – instruir a sociedade sobre princípios que a permitam reconhecer o animal como um sujeito de direitos, dentre os quais destacam-se o direito à vida, à dignidade e à integridade física e mental;

VI – educar para a aquisição de princípios morais que possibilitem à sociedade repudiar a visão utilitária do animal, que os considera como seres que existem em função do homem;

VII – abrigar, sempre que possível e de acordo com sua capacidade, cães e gatos abandonados, acidentados ou vítimas de maus-tratos, que serão recuperados, esterilizados e encaminhados à adoção.

O Abrigo

A UIPA abriga cerca de mil e quinhentos animais, entre cães e gatos, abandonados e vitimados por maus-tratos, que são assistidos por uma equipe de 5 (cinco) veterinários,13  (treze) tratadores e 10 (voluntárias). No período noturno, há um vigia específico para o abrigo. Os canis são amplos e distribuídos em uma arborizada área de cerca de  9 (nove) mil metros quadrados, onde os animais permanecem à espera de adoção.

Em 2005, com os esforços da nova gestão, foram adotados 1043 (mil e quarenta e três) animais, sendo 297 cães adultos e 519 filhotes; 52 gatos adultos e 175 filhotes. Em 2006, foram adotados 1029 (mil e vinte e nove) animais, sendo 193 cães adultos, 489 são filhotes; 94 gatos adultos e 253 filhotes.

Os números mostram que a UIPA não possui um abrigo estático, mas um centro de recuperação, onde os animais se restabelecem e dispõem da chance permanente de serem adotados, independentemente, de sua idade e de suas condições físicas, uma vez que muitos animais deficientes visuais, com seqüelas de cinomose, paraplégicos, e até tetraplégicos, já encontraram seus lares.

São comuns as críticas contra os abrigos, sob alegação de que “abrigo não é solução”. Ainda que não solucione a problemática dos cães abandonados, que tem origem na ultrapassada política de saúde pública adotada, por não possuir efetivos programas de esterilização em massa e de educação para a guarda responsável, o abrigo é uma necessidade que se impõe. Não há  sentido em resgatar animais de maus-tratos, ou de acidentes, se não houver um local de destino que os recupere.

Por sua estrutura, entretanto, o abrigo da UIPA não pode ser comparado a nenhum outro. Em recente pesquisa realizada por uma entidade inglêsa, envolvendo abrigos de todo o páis, foi constatado que  os animais da UIPA não possuem nível significativo de “stress”, o que o diferencia dos demais.

O espaço é aberto ao público para visitação, de segunda a sábado, das 9h às 15h45min.

Conhecendo o abrigo, o visitante terá condições de avaliar o empenho da entidade para recuperar e encontrar lares para seus animais.

Estacionamento gratuito no local.