Arquivo da tag: Direitos Animais

SOZED

A SOZED foi fundada em 24 de novembro de 1969 por um grupo de pessoas preocupadas com os direitos dos animais. Elas se reuniram e decidiram criar uma entidade na qual pudessem esclarecer a todos os seus ideais. Sendo assim, definiram seu objetivo principal, que é mantido até os dias de hoje: acabar com o abandono e os maus tratos em animais.

Desde aquele dia, a SOZED vem lutando para conscientizar as pessoas do valor que cada animal tem. O caminho sempre foi longo e difícil. São muitos cães e gatos que vemos sofrer violência humana. São muitas as atrocidades que acompanhamos ao longo de nossa trajetória. A realidade é triste, mas é exatamente esse o nosso foco para mudanças.

Muitas pessoas confundem os propósitos da SOZED. Não somos uma entidade recolhedora de animais abandonados. Nós cuidamos de animais de rua para disponibilizá-los para adoção. Essa é a nossa grande intenção. Nós possibilitamos o encontro de pessoas e bichos, somos meros intermediários.

Por ser uma organização sem fins lucrativos, a SOZED tem sérios problemas para prosseguir. O que a mantém até hoje é a força e o carinho de cada voluntário e de cada associado. Aqueles que amam os animais e reivindicam seus direitos como seres-vivos reconhecem a importância da SOZED nessa luta.

A SOZED também conta com veterinários que, além de cuidarem dos animais recolhidos, realizam consultas a preços populares. O dinheiro é revertido em medicamentos e materiais para que possamos continuar nosso trabalho. Por não ter fins lucrativos, a SOZED cobra valores simbólicos e bastante acessíveis a todos, inclusive à população de baixa renda. Nosso objetivo se basta em ajudar os animais.

ULA! – União Libertária Animal

O ULA! – União Libertária Animal é um grupo autônomo, auto-gestionário, sem fins lucrativos e de trabalho voluntário. Segue uma linha abolicionista (banimento da exploração animal), compondo o Movimento de Libertação Animal. Por isso, tem uma perspectiva no âmbito sociopolítico, de transformação social, visando a legalização e legitimação dos Direitos Animais, e não apenas de proteção animal e bem-estarismo (sanitarista, assistencialista e especista).

De acordo com Tom Regan, professor emérito de Filosofia da Universidade da Carolina do Norte e um dos maiores nomes em Bioética, todos os animais sencientes (que sentem), independente da espécie, são sujeitos-de-uma-vida, e não vidas-sem-sujeito como as plantas; então, são conscientes de suas vidas e ambiente. Portanto, são sujeitos de direitos e não devem ser usados como meios para nossos fins, pois estão no mundo para suas próprias razões e isso seria a escravização desses seres.

O grupo não trabalha em prol apenas das vítimas da exploração mais visíveis aos nossos olhos, os cães e gatos; mas luta pelo fim da escravidão e crueldade contra toda e qualquer vida senciente, a fim de eliminar hábitos e atitudes especistas (preconceito e subjugação de outras espécies), defendendo o Veganismo (o boicote/não financiamento a atos e produtos que pratiquem exploração animal) como medida fundamental para o fim de toda barbárie cometida contra animais não-humanos.

O ULA é o primeiro e único grupo com essa proposta na Zona Oeste do Rio de Janeiro, atuando mais diretamente nos bairros de Campo Grande, Guaratiba e Bangu, agindo com as seguintes medidas:

CONSCIENTIZAÇÃO – expor e refletir sobre todas as formas de exploração animal que acontecem longe dos olhos da população e prover medidas individuais e coletivas para o fim destas. Isso acontece por meio de campanhas,intervenção urbana, exibição de vídeos, site informacional, panfletos informativos, participação em eventos, etc.

CASTRAÇÃO – viabilização de castrações para animais carentes, diminuindo a superpopulação e abandono, e conseqüente maus tratos e zoonoses. Além de incutir a importância e o hábito do controle populacional dos animais domésticos.

Estas são medidas de mudança social, estrutural, profiláticas, com conseqüências e benefícios permanentes.

O ULA! tem um trabalho que visa quebrar um antigo paradigma, o antropocentrismo, e mostrar à população o novo, o biocentrismo, a fim de promover uma transformação social a partir de uma consciência crítica e de uma ética transformadora. O grupo é contra toda e qualquer forma de exploração animal para benefício humano (seja para entretenimento, conforto, vestuário, alimentação, lucro, trabalho, etc.).

Queremos incentivar e incutir em cada pessoa a idéia de que a ação individual em prol dos animais e do meio ambiente é a melhor forma de mudar a realidade. Cada um pode e deve fazer a sua parte, desde pequenos atos cotidianos até grandes manifestações – só depende da própria vontade e iniciativa.

“Os valores são os seguintes: os animais têm direitos morais básicos, incluindo o direito à liberdade, à integridade física e à vida. E os compromissos? Que lutemos, não apenas por um mês ou um ano, mas sim pela vida toda, para garantirmos que um dia esses direitos sejam reconhecidos.” (Tom Regan, Prefácio à edição brasileira de Jaulas Vazias, 2005)

Todos podem se tornar membros do grupo, participando da forma que puderem e quiserem.

APASCS – Associação Protetora dos Animais de São Caetano do Sul

A APASCS – Associação Protetora dos Animais de São Caetano do Sul tem como missão promover a convivência harmoniosa entre as pessoas e os animais, abandonados ou não, através da educação para a guarda responsável, visando a contribuir com o respeito aos direitos dos animais e a manutenção da saúde pública.

Visão de Futuro

Transformar São Caetano do Sul – SP em referência nacional no respeito aos animais.

Valores

* Cooperação
* Respeito à diversidade
* Responsabilidade social
* Integridade
* Solidariedade

Norma de conduta

Defesa do direito à vida digna, respeitados os preceitos legais da saúde pública e as práticas conservacionistas.
Atuação

Foco das ações em São Caetano do Sul – São Paulo, com parcerias em todo o território nacional e junto a Entidades e Organismos Internacionais.

Metodologia de trabalho

Todo o trabalho é voluntário e a gestão por competências dá a tônica do funcionamento da APASCS. Os Programas foram montados tendo como base a Missão da APASCS e acontecem harmoniosa e concomitantemente, na busca de tornar realidade a Visão de Futuro da Associação.

Os Projetos que compõem os Programas têm um coordenador e um grupo de voluntários. Dependendo da disponibilidade de tempo, um voluntário pode participar em mais de um Projeto que esteja em funcionamento. As reuniões de Diretoria com os Coordenadores dos Programas são mensais.

AILA – Aliança Internacional do Animal

A Aliança Internacional do Animal (AILA) nasceu como um Projeto de Responsabilidade Social e evoluiu para  uma entidade filantrópica não-governamental, sem fins lucrativos, com o objetivo de defesa dos Direitos dos Animais, propondo ações educativas junto às comunidades, especialmente as carentes, em todo o Brasil, oferecendo uma formação humana fundamentada no respeito à vida, em todas as suas manifestações.

Nossa causa é justa e nobre e busca incessantemente a conscientização do homem para a importância do animal (não humano) na nossa própria sobrevivência.

Como Atuamos

A entidade assume, desde sua fundação em 1999, uma postura construtiva, denunciando o desrespeito contra a dignidade dos animais, ao mesmo tempo em que propõe e desenvolve ações concretas e viáveis para solucionar os problemas identificados, protegendo os animais de ações perversas, praticadas pela sociedade.

Nossos Objetivos

Nestes 10 anos a AILA vem realizando importantes serviços, que demonstram a não aceitação do fato de protestar sem ter uma solução viável, tais como:

1. Educar a população dentro dos princípios do amor a todos os seres e do respeito à vida, bem como destacar a Posse Responsável do animal não humano.
a. Esta ação educativa inclui a conscientização do abuso que constitui a utilização de animais em experimentos.
b. Impedir e reprimir atos de crueldade, abuso ou maus-tratos contra animais.
c. Reduzir e Eliminar a prática de exposição de animais em Circos e outros eventos

2. Prestar assistência a animais domésticos abandonados, sem dono, que estejam doentes, feridos ou em situação de risco iminente, abrigando-os, tratando e buscando que sejam adotados.
3. Unidade Móvel de Esterilização e Educação – UMEE
4. Fazer cumprir o Decreto Federal 24.645/34, a Lei de Crimes Ambientais 9.605/98 e outras leis que tratam da manutenção da integridade física e psicológica dos animais.
5. Abrigo com casas-condominio para animais domésticos que vivem em grupos
6. Atendimento Clínico Veterinário a baixo custo.

Com quem Contamos

A AILA tem presente que os formadores de opinião, são uns dos melhores recursos para a conscientização espontânea de propósitos tão benéficos à sociedade. Assim mantém atualizados os contatos com Governo, Imprensa, Setor Privado, Fornecedores, Escolas, Veterinários, Entidades de Classe e Religiosas, além do Cidadão, buscando, em conjunto, soluções.

Nossos Resultados

Desde a sua fundação até janeiro de 2009, o AILA abrigou, esterilizou, animais, resgatou  e conseguiu adoção de milhares de cães e gatos. Além disso, foram efetuadas consultas clinicas e cirurgias em animais da população carente e animais resgatados das ruas pela entidade.

Ila Franco
Presidente da AILA

UIPA – União Internacional Protetora dos Animais

UIPA, União Internacional Protetora dos Animais, é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 1895, que instituiu o Movimento de Proteção Animal no país, lutando contra a crueldade e o abandono que vitimam os animais em nome da diversão humana, da impostura científica, dos arcaicos métodos de ensino e da ultrapassada política de saúde pública, que submete cães e gatos ao sistemático e injustificado extermínio.

Convém  frisar que o trabalho da UIPA não se restringe à coibição de prática de maus-tratos, uma vez que  sua principal luta é a de fazer com que sejam os animais reconhecidos como seres titulares do direito à vida e à liberdade, e não apenas ao bem-estar. Permitir que o animal viva, e  de acordo com as características de sua espécie, é o que mais  importa à entidade, que se opõe à visão utilitarista, em nome da qual o homem se arroga o direito de subjugar o animal. Não se trata, portanto, de reclamar por jaulas limpas, amplas e guarnecidas de alimento, como fazem as associações protetoras “bem-estaristas”, mas de atuar pelo fim do aprisionamento em jaulas, segundo a concepção das entidades abolicionistas.

Além do trabalho jurídico e político que realiza na área de proteção animal, a UIPA abriga cerca de mil e quinhentos animais abandonados, muitos dos quais foram resgatados pela própria entidade por terem sofrido maus-tratos.

A UIPA tem por objetivos institucionais:

I – zelar pela execução e pelo aperfeiçoamento da legislação pátria concernente aos animais;

II – reprimir danos ambientais consubstanciados em maus-tratos para com animais, ainda que por meio de práticas institucionalizadas, e denunciá-los às autoridades competentes, que serão devidamente instruídas sobre a matéria concernente ao fato;

III – pugnar contra a morte de animais, incluindo o extermínio de cães e de gatos praticado pelo Poder Público, atuando para que a eliminação desses animais se restrinja aos específicos casos de enfermidade incurável que provoque padecimento que não se possa por outro meio atenuar;

IV – exercer ação antivivisseccionista;

V – instruir a sociedade sobre princípios que a permitam reconhecer o animal como um sujeito de direitos, dentre os quais destacam-se o direito à vida, à dignidade e à integridade física e mental;

VI – educar para a aquisição de princípios morais que possibilitem à sociedade repudiar a visão utilitária do animal, que os considera como seres que existem em função do homem;

VII – abrigar, sempre que possível e de acordo com sua capacidade, cães e gatos abandonados, acidentados ou vítimas de maus-tratos, que serão recuperados, esterilizados e encaminhados à adoção.

O Abrigo

A UIPA abriga cerca de mil e quinhentos animais, entre cães e gatos, abandonados e vitimados por maus-tratos, que são assistidos por uma equipe de 5 (cinco) veterinários,13  (treze) tratadores e 10 (voluntárias). No período noturno, há um vigia específico para o abrigo. Os canis são amplos e distribuídos em uma arborizada área de cerca de  9 (nove) mil metros quadrados, onde os animais permanecem à espera de adoção.

Em 2005, com os esforços da nova gestão, foram adotados 1043 (mil e quarenta e três) animais, sendo 297 cães adultos e 519 filhotes; 52 gatos adultos e 175 filhotes. Em 2006, foram adotados 1029 (mil e vinte e nove) animais, sendo 193 cães adultos, 489 são filhotes; 94 gatos adultos e 253 filhotes.

Os números mostram que a UIPA não possui um abrigo estático, mas um centro de recuperação, onde os animais se restabelecem e dispõem da chance permanente de serem adotados, independentemente, de sua idade e de suas condições físicas, uma vez que muitos animais deficientes visuais, com seqüelas de cinomose, paraplégicos, e até tetraplégicos, já encontraram seus lares.

São comuns as críticas contra os abrigos, sob alegação de que “abrigo não é solução”. Ainda que não solucione a problemática dos cães abandonados, que tem origem na ultrapassada política de saúde pública adotada, por não possuir efetivos programas de esterilização em massa e de educação para a guarda responsável, o abrigo é uma necessidade que se impõe. Não há  sentido em resgatar animais de maus-tratos, ou de acidentes, se não houver um local de destino que os recupere.

Por sua estrutura, entretanto, o abrigo da UIPA não pode ser comparado a nenhum outro. Em recente pesquisa realizada por uma entidade inglêsa, envolvendo abrigos de todo o páis, foi constatado que  os animais da UIPA não possuem nível significativo de “stress”, o que o diferencia dos demais.

O espaço é aberto ao público para visitação, de segunda a sábado, das 9h às 15h45min.

Conhecendo o abrigo, o visitante terá condições de avaliar o empenho da entidade para recuperar e encontrar lares para seus animais.

Estacionamento gratuito no local.