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GPA – Grupo de Proteção aos Animais

A Organização Não-Governamental GPA – GRUPO DE PROTEÇÃO AOS ANIMAIS é uma entidade sem fins lucrativos, que tem por objetivo apoiar e desenvolver ações para a defesa, elevação e manutenção da qualidade de vida e garantir os direitos dos animais, através de campanhas educativas.

O GPA procura conscientizar a população de modo geral para que todos compreendam e tomem atitudes, já que os animais são seres sencientes e assim sofrem diante de abandono e maus-tratos.

Trabalhar pelo bem estar de animais em Manaus por meio de atividades de educação e conscientização, visando à diminuição de maus-tratos e de seu abandono nas vias públicas, atuando em conjunto com entidades públicas e privadas e tendo em vista a guarda responsável.

O GPA não recolhe animais, nem possui abrigos e trabalha justamente para que o mundo não precise dessas instituições! Nunca mais!

GAPA-MA – Grupo de Assistência e Proteção aos Animais e ao Meio Ambiente

O GAPA-MA teve origem simbólica em 05 de outubro de 1999, quando um filhotinho de vira-lata preto reuniu suas últimas forças para ficar olhando para dois fundadores do Grupo, da varanda de um restaurante onde jantavam, em Correas, Petrópolis. Apesar de muito fraco, aquele olhar inocente e cheio de sofrimento e esperaça foi capaz de motivá-los, não apenas para salvá-lo, mas para iniciar um trabalho que tem representado uma esperança concreta para os animais abandonados de Itaipava e outros Distritos de Petrópolis, na região serrana do RJ.

Hoje, já são aproximadamente vinte voluntários atuando ativamente nos Distritos, trabalhando no resgate e na preparação dos animais com o objetivo de buscar um novo lar mediante a promoção de feiras quinzenais de adoção desses animais carentes.

O GAPA-MA formou-se como Associação sem fins lucrativos, nos moldes exigidos pelo novo Código Civil Brasileiro e estabeleceu sua sede em Itaipava, Distrito de Petrópolis, local que lhe serve de ponto de referência para a guarda e conservação de documentos.

Sua Diretoria é composta por 6(seis) membros: Presidente, Vice Presidente e quatro Diretores.

Objetivos prioritários

São objetivos fundamentais do GAPA-MA (i) a defesa dos animais, (ii) a preservação e conservação do meio ambiente e (iii) a promoção do desenvolvimento sustentável.

Para a consecução destes objetivos, o GAPA-MA está habilitado a exercer atividades técnicas, culturais e assistenciais, são elas:

1 .Prover assistência médica-veterinária aos animais: (i) abandonados, assim entendidos os que vagam pelas ruas sem proprietário aparente e (ii) mal-tratados (ainda que possuam proprietário aparente e/ou conhecido);
2. Atuar na área de defesa, saúde e bem estar animal, envidando todos os esforços para a implementação de políticas de combate ao uso de animais em quaisquer tipos de experiências, seja para estudo ou pesquisa, bem como atividades que submetam os animais a sofrimento, humilhação e/ou esforços extremos, tais como rodeios, circos e assemelhados;
3 .Atuar na área de controle populacional, mediante ações que priorizem a realização de castrações de animais abandonados ou não, inclusive promovendo campanhas, com ou sem patrocínio/apoio do Poder Público ou da Iniciativa Privada, em centro cirúrgico próprio ou de terceiros;
4. Estabelecer acordos operacionais, parcerias e convênios com pessoas físicas, jurídicas, públicas e privadas, bem como associações assemelhadas, no Brasil e no exterior;
5 .Apoiar pessoas, associações, empresas e instituições, públicas ou privadas, no cumprimento do determinado pela legislação vigente no que diz respeito à proteção animal e ambiental como um todo;
6. Promoção do voluntariado;
7. Atuar e acompanhar processos administrativos ou judiciais que tenham por objeto a defesa dos animais e do meio ambiente,
8. Elaborar e implementar campanhas educativas, através dos meios de comunicação, com a participação dos cidadãos, empresas, instituições e organizações, objetivando o esclarecimento da população com relação à guarda e guarda responsável de qualquer espécie de vida animal, cuidados com o meio-ambiente e o desenvolvimento sustentável;
9. Desenvolver e/ou implementar programas que utilizem animais em ações que visem o bem-estar de pessoas necessitadas de cuidados especiais;
10. Promover palestras, eventos, congressos ou outro tipo qualquer de reunião sobre temas que, direta ou indiretamente, contribuam para o desenvolvimento dos objetivos da Associação, inclusive com a confecção de material didático e técnico correspondente, respeitada a legislação concernente à proteção dos direitos autorais de seus idealizadores;
11. Realizar feiras/eventos de adoção de animais;
12. Desenvolver projetos ou consultorias para planejamento do uso dos recursos ambientais, melhoria ou recuperação de áreas degradadas, bem como o acompanhamento da qualidade ambiental;
13. Vender produtos, promover eventos ou deles participar, para divulgação da associação e angariar fundos para a realização de seus objetivos;
14. Realizar estudos, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos que digam respeito às suas atividades;
15. Agenciar artistas, editar e publicar livros, periódicos, vídeos, DVD’s, programas de Rádio e de Televisão, Internet e outros tipos de mídia, após autorização e cumprimento das formalidades legais.

AILA – Aliança Internacional do Animal

A Aliança Internacional do Animal (AILA) nasceu como um Projeto de Responsabilidade Social e evoluiu para  uma entidade filantrópica não-governamental, sem fins lucrativos, com o objetivo de defesa dos Direitos dos Animais, propondo ações educativas junto às comunidades, especialmente as carentes, em todo o Brasil, oferecendo uma formação humana fundamentada no respeito à vida, em todas as suas manifestações.

Nossa causa é justa e nobre e busca incessantemente a conscientização do homem para a importância do animal (não humano) na nossa própria sobrevivência.

Como Atuamos

A entidade assume, desde sua fundação em 1999, uma postura construtiva, denunciando o desrespeito contra a dignidade dos animais, ao mesmo tempo em que propõe e desenvolve ações concretas e viáveis para solucionar os problemas identificados, protegendo os animais de ações perversas, praticadas pela sociedade.

Nossos Objetivos

Nestes 10 anos a AILA vem realizando importantes serviços, que demonstram a não aceitação do fato de protestar sem ter uma solução viável, tais como:

1. Educar a população dentro dos princípios do amor a todos os seres e do respeito à vida, bem como destacar a Posse Responsável do animal não humano.
a. Esta ação educativa inclui a conscientização do abuso que constitui a utilização de animais em experimentos.
b. Impedir e reprimir atos de crueldade, abuso ou maus-tratos contra animais.
c. Reduzir e Eliminar a prática de exposição de animais em Circos e outros eventos

2. Prestar assistência a animais domésticos abandonados, sem dono, que estejam doentes, feridos ou em situação de risco iminente, abrigando-os, tratando e buscando que sejam adotados.
3. Unidade Móvel de Esterilização e Educação – UMEE
4. Fazer cumprir o Decreto Federal 24.645/34, a Lei de Crimes Ambientais 9.605/98 e outras leis que tratam da manutenção da integridade física e psicológica dos animais.
5. Abrigo com casas-condominio para animais domésticos que vivem em grupos
6. Atendimento Clínico Veterinário a baixo custo.

Com quem Contamos

A AILA tem presente que os formadores de opinião, são uns dos melhores recursos para a conscientização espontânea de propósitos tão benéficos à sociedade. Assim mantém atualizados os contatos com Governo, Imprensa, Setor Privado, Fornecedores, Escolas, Veterinários, Entidades de Classe e Religiosas, além do Cidadão, buscando, em conjunto, soluções.

Nossos Resultados

Desde a sua fundação até janeiro de 2009, o AILA abrigou, esterilizou, animais, resgatou  e conseguiu adoção de milhares de cães e gatos. Além disso, foram efetuadas consultas clinicas e cirurgias em animais da população carente e animais resgatados das ruas pela entidade.

Ila Franco
Presidente da AILA

UIPA – União Internacional Protetora dos Animais

UIPA, União Internacional Protetora dos Animais, é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 1895, que instituiu o Movimento de Proteção Animal no país, lutando contra a crueldade e o abandono que vitimam os animais em nome da diversão humana, da impostura científica, dos arcaicos métodos de ensino e da ultrapassada política de saúde pública, que submete cães e gatos ao sistemático e injustificado extermínio.

Convém  frisar que o trabalho da UIPA não se restringe à coibição de prática de maus-tratos, uma vez que  sua principal luta é a de fazer com que sejam os animais reconhecidos como seres titulares do direito à vida e à liberdade, e não apenas ao bem-estar. Permitir que o animal viva, e  de acordo com as características de sua espécie, é o que mais  importa à entidade, que se opõe à visão utilitarista, em nome da qual o homem se arroga o direito de subjugar o animal. Não se trata, portanto, de reclamar por jaulas limpas, amplas e guarnecidas de alimento, como fazem as associações protetoras “bem-estaristas”, mas de atuar pelo fim do aprisionamento em jaulas, segundo a concepção das entidades abolicionistas.

Além do trabalho jurídico e político que realiza na área de proteção animal, a UIPA abriga cerca de mil e quinhentos animais abandonados, muitos dos quais foram resgatados pela própria entidade por terem sofrido maus-tratos.

A UIPA tem por objetivos institucionais:

I – zelar pela execução e pelo aperfeiçoamento da legislação pátria concernente aos animais;

II – reprimir danos ambientais consubstanciados em maus-tratos para com animais, ainda que por meio de práticas institucionalizadas, e denunciá-los às autoridades competentes, que serão devidamente instruídas sobre a matéria concernente ao fato;

III – pugnar contra a morte de animais, incluindo o extermínio de cães e de gatos praticado pelo Poder Público, atuando para que a eliminação desses animais se restrinja aos específicos casos de enfermidade incurável que provoque padecimento que não se possa por outro meio atenuar;

IV – exercer ação antivivisseccionista;

V – instruir a sociedade sobre princípios que a permitam reconhecer o animal como um sujeito de direitos, dentre os quais destacam-se o direito à vida, à dignidade e à integridade física e mental;

VI – educar para a aquisição de princípios morais que possibilitem à sociedade repudiar a visão utilitária do animal, que os considera como seres que existem em função do homem;

VII – abrigar, sempre que possível e de acordo com sua capacidade, cães e gatos abandonados, acidentados ou vítimas de maus-tratos, que serão recuperados, esterilizados e encaminhados à adoção.

O Abrigo

A UIPA abriga cerca de mil e quinhentos animais, entre cães e gatos, abandonados e vitimados por maus-tratos, que são assistidos por uma equipe de 5 (cinco) veterinários,13  (treze) tratadores e 10 (voluntárias). No período noturno, há um vigia específico para o abrigo. Os canis são amplos e distribuídos em uma arborizada área de cerca de  9 (nove) mil metros quadrados, onde os animais permanecem à espera de adoção.

Em 2005, com os esforços da nova gestão, foram adotados 1043 (mil e quarenta e três) animais, sendo 297 cães adultos e 519 filhotes; 52 gatos adultos e 175 filhotes. Em 2006, foram adotados 1029 (mil e vinte e nove) animais, sendo 193 cães adultos, 489 são filhotes; 94 gatos adultos e 253 filhotes.

Os números mostram que a UIPA não possui um abrigo estático, mas um centro de recuperação, onde os animais se restabelecem e dispõem da chance permanente de serem adotados, independentemente, de sua idade e de suas condições físicas, uma vez que muitos animais deficientes visuais, com seqüelas de cinomose, paraplégicos, e até tetraplégicos, já encontraram seus lares.

São comuns as críticas contra os abrigos, sob alegação de que “abrigo não é solução”. Ainda que não solucione a problemática dos cães abandonados, que tem origem na ultrapassada política de saúde pública adotada, por não possuir efetivos programas de esterilização em massa e de educação para a guarda responsável, o abrigo é uma necessidade que se impõe. Não há  sentido em resgatar animais de maus-tratos, ou de acidentes, se não houver um local de destino que os recupere.

Por sua estrutura, entretanto, o abrigo da UIPA não pode ser comparado a nenhum outro. Em recente pesquisa realizada por uma entidade inglêsa, envolvendo abrigos de todo o páis, foi constatado que  os animais da UIPA não possuem nível significativo de “stress”, o que o diferencia dos demais.

O espaço é aberto ao público para visitação, de segunda a sábado, das 9h às 15h45min.

Conhecendo o abrigo, o visitante terá condições de avaliar o empenho da entidade para recuperar e encontrar lares para seus animais.

Estacionamento gratuito no local.